29 de jan de 2008

O AMOR




O amor! Tão querido, tão cantado em versos e prosa, tão inusitado. Todos já o sentiram em menor ou maior escala, mas nem saberiam defini-lo. Existem até tipos diferentes de amor: O amor fraterno (entre irmãos), o amor de um homem por uma mulher (e vice-versa), o amor de Deus (o amor ágape), o amor à Deus. Este último já ouvimos desde criança: “Amai a Deus sobre todas as coisas”. Será que aprendemos a praticar o primeiro mandamento bíblico? É fácil você saber e poderá fazer uma autoanálise.
Provavelmente há alguém que você ame muito: pai, mãe, filho, marido, esposa, etc.. Não creio que viva 24 horas do dia declarando este amor por palavras. Mas há uma preocupação de sua parte de nunca desapontar ou magoá-la. Então, você presta atenção nas coisas que mais lhe agradam e as que desagradam. Afinal, você não gostaria de vê-la triste, não é mesmo?
E, porque você ama esta pessoa, já se esforçou para fazer algo que você realmente não gosta muito (como assistir a um filme ou partida de futebol, fazer compras, fazer ou comer certos tipos de comidas, andar de ônibus ou a pé, acordar cedo, etc...) com intuito de agradar. Mas também já se privou e abriu mão de fazer algo que tanto gosta, para não haver atritos. Já se achou com cara de bobo(a). Fernando Pessoa escreveu: “Todas as cartas de amor são ridículas. /Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.
Você já percebeu que na vida cotidiana não falamos “eu te amo” com palavras, mas, também,  com atitudes? E a medida do tempo aumentamos esta frequência?
Percebendo esses sinais que praticamos àqueles que amamos, você pode se perguntar: “Eu amo a Deus?” 
Analise: Você já sabe o que Ele gosta ou abomina? E se sabe, tem se esforçado para não magoá-lo, fazendo aquilo que Ele gosta ou deixando de fazer o que Deus abomina? Qual a sua resposta para essas perguntas?
Jesus disse: Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. (João 14:21).

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